sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Pó delas com Querelas


Sou pesssoa que coleciona piores manias e a maior delas é odiar muito a mania dos outros. Sobretudo daquelas pessoas que têm mania de perseguição ou as dramáticas que têm certeza ser o centro do mundo e, quando algo dá errado, o universo conspirou contra; desta forma elas acabam negando uma das sentenças máximas do "mago" Paulo Coelho(que eca!).

Pois bem, hoje dois seres humanos me tentaram com suas insuportáveis manias e eu, heroína que sou, nem explodi apesar de estar em plena TPM. Nesta época costumo ficar, assim como as mulheres que padecem do mal, com uma tolerância bem baixa e tendências explosivas com especial facilidade ; mas também como (de comer, alimentar-se) muito mais que o normal que já é exagerado. Estou cumprindo bem minha meta de virar baleia em poucos dias.

Creio que estas substâncias todas, as calorias, as gorduras, os hormônios contribuem pr'este estado ansioso e pouco cristão. Porém, hoje, resisti. Resisti à falsidade do chefe, às manias de perseguição da colega e a autopiedade de mami. Só me falta aquela roupa ultrasexy da Mulher-Maravilha...se bem que hoje acho que iria ficar atochada e eu ia entrar em deprê.

Meu aniversário está chegando e, apesar d'eu estar completando uma data redonda e monstruosa e perigosa, nem estou com aquele bode pré-níver que costumava ter, onde fatalmente me considerava uma fracassada no final. Acho que o tempo serve pr'alguma coisa, mesmo tendo eu certo desnível mental entre minha idade biológica, afetiva, psicológica.


Não tenho certeza se colocarei as minhas manias pra fora e tirarei o pó delas; mas das dos outros, sim, ainda dá querelas.(Foi só pra rimar. Que pobre. Que podre).

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

300


Protelear é uma arte e me empenho demais em confeccionar situações perfeitas na fina regra de deixar pra depois de amanhã o que deveria ter sido feito anteontem.

E ontem não podia ser diferente. Não costumo decepcionar as expectativas mais otimistas.


Antes de ir em direção ao campus de Ondina fazer a minha matrícula marcada para as 14 horas- eu sempre soube que era por ordem de classificação e como a minha era 8ª, logo, deveria realmente estar lá pontualmente- saía extremamente atrasada do SAC onde fui resolver pendências do último documento. Lógico, no último dia, na última hora...

Obviamente quando cheguei no meu novo ambiente do saber( esta foi horrível), meu nome já havia passado há uns 40 minutos e a moça má que fazia chamada disse que eu teria que esperar até o último nome para voltar às primeiras chamadas. Detalhe, estávamos lá pelo lugar 60º e eram 300 nomes! Todo castigo pra proteladores é pouco e cumpri a sentença por algumas horas de castigo.

E a vingança dos cumpridores de horários e prazos veio a cavalo. Os primeiros viraram os últimos e junto comigo o 2º lugar, um coroa. Sim, meu preconceito foi atiçado: imaginei nerdizinos novinhos pr'os primeiros lugares ( e eu sou novazinhapr'as minhas negas); a 5ª colocada, menina um tanto estranha: havia até uma beleza, mas acho que aquela coluna encurvada lhe dava um ar esquizofrênico; a 7ª colocada tinha um cabelo alisado, notava-se que originalmente carregava mesmo um pixaim na cabeça, mas ela alisou, deu chapinha e fez aquele maldito franjão e o mais ridículo não foi seu franjão à la Aline Moraes na novela Duas Caras, ( e quem não assistiu que pesquise as imagens, se quiser) o pior mesmo foi a sua saia, estas coisas que estão na moda, de cintura alta. Tudo bem que fica elegantíssimo na Thaís Araújo, mas, cá entre nós, não é qualquer ser humano que pode segurar essa onda. E ainda nem era daquelas sainhas justinhas, era folgada. Ahhh...que se foda se não sou consultora de moda e que se lenhe se eu usava uma camiseta básica amarela, short azul e sapatilhas xadrez vermelho e branco- acho que traumatizei com os anos 80 e disse um não radical às combinações.

Enquanto eu ia me distraindo com estes pensamentos que mudarão a história da humanidade, iam sendo chamados os outros calouros que ficaram na 189ª posição, 267ª posição e nada da mocinha me chamar.Eu aceitava placidamente o castigo. Merecia. E pagava também maldizendo um cabelo, uns olhos, os dentes...olhando as coisas boas da vida também, que nem besta sou.

Enfim, chegou minha hora. Venci os trezentos obstáculos. Inclusive um desgraçado baixinho que fedia feito um mendigo-maluco, destes que passam e deixam o seu odor quase sólido pesando no ar.

Além das matérias obrigatórias, tínhamos que pegar uma opcional. Nos era dado uma combinação com 6 possibilidades de horários, com 8 matérias cada. Numeramos de 1 a 8 nossa ordem de preferência e...e eu fiquei com a última matéria que eu já pensei em cursar-aliás, nunca pensei cursar. Peguei o lixão das optativas e não opnei em qualquer momento.


Aceito a punição. Este negócio de protelar um dia me ensinaria alguma coisa. Entendi que, já que vou me atrasar, que eu encontre distrações melhores para ocupar o tempinho ocioso.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

is-col-a


Em menos de hora estarei indo pra minha nova facul me matricular em um curso que nem sei bem qual é o seu propósito de existência. Entre Humanidades na UFBa e Análise de Sistemas no IFBaiano, pouco pesou a escolha. Fácil. A pobreza está inerente ao meu ser e este negócio de tecnologia, só o jogo da cobrinha no Nokia 1100. Ou seja: B.I. em Humanidades, lá vou eu e salvem-se quem me der!

Espero encontrar novos coleguinhas . Já conheço umas figuras virtualmente e desde já vamos fazendo juízo de valores, né?...engraçado, desta vez não preferi gostar ou implicar com nenhum. Vou lá pra ver. Depois venho aqui falar mal de outros e umas de preferência. háháhá...


A resenha é certa.

oPS!! estou atrasadíssima!..Fuiiiizzzzzzzzzzzz

Acordei na intenção do sexo




"Hoje eu acordei na intenção do sexo". Afirmação encontrada no álbum de uma querida

amiguinha de 16 anos. Ela printou bate-papo que teve com mais duas amiguinhas pelo MSN e a

postou no Orkut.

Identifiquei-me de cara com esta frasezinha. Todos os dias acordo na intenção do sexo.

Sempre fui um serzinho sexualizado. Ponham a culpa nas Xuxas se quiserem, mas acredito que

nasci com a intenção do sexo tatuada na alma; e seria feliz, muito feliz se não parasse só aí,

nessa bendita in- TENÇÃO e vivesse mais a AÇÃO do sexo...

Insuportável vida celibatária essa que vivo e que não se explica. Inda se eu temesse o

fogo dos infernos, ou não tivesse tesão, ou quisesse ser uma casta convicta, ou abominasse o

sexo, ou fosse cheia de pudores...não. não. não. Não sou nada disso e nada se explica.

Gosto de sexo. Adoro transar. Preciso trepar.


A verdade é que no final deste mês, além de ser o meu aniversário (29 de fevereiro háháhá),

eu poderia parir um fruto produto da minha última trepada. Eu conto. Dia, mês, meses: 9!


Que esperar de alguém que deixou passar duas décadas e um pouquinho para dar pela primeira

vez?


Pessoinha complexa.

Até sou uma criatura comível. Sim, é verdade.

Até tem uns lobos-maus por aí querendo me degustar, sim, é verdade.

Mania essa de não conseguir me livrar totalmente.Quais culpas eu teria?

[Já abandonei o catolicismo há tanto tempo. Meu passado me condena: batismo, 1ª comunhão,

crismas... será que há ainda resquícios desta vida pregressa latente?]


Enquanto não encontro o objeto do meu tesão que seja igualmente correspondido, terei que

lançar mão de chocolates, gulas intermináveis, dedos e fantasias para realização dos gozos

necessários. Satisfação 100% garantida, ao menos.


"no alarms and no surprises"- toca pela milionésima vez no media player.


Rezando para deixar de ser virgem novamente. Amém!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Talheres e dicas de como ser uma não-mulher.







Nunca me importei para o fato de ser a pessoa mais bagunceira que conheço. Deixo no chinelo qualquer marmanjo bagunçador. Eu até me orgulhava deste feito; mulher feita já e sem qualquer habilidade doméstica: não lavo, não passo, não cozinho e não arrumo, antes, bagunço. E não sou dondoca! Não me avisaram na ocasião do meu nascimento que, para ter tais qualidades(?), eu não podia ter vindo mulher...aí, deu-se a desgraça. Quando conto me gabando em rodas de amigos que não cozinho e mais! que odeio mexer nas panelas a não ser que seja para beliscar os quitutes já prontos, é sempre a mesma expressão "e quando casar?..." onde é que está escrito que por ter tido a sorte de ter nascido com uma vagina, a pessoa devia vir com outros opcionais de fábrica como aventais, rolo de macarrão e escovão?

Sim, eu vim com defeito. Todos os defeitos. Não me encaixo na vida especialmente feminina e, definitivamente, não sou masculinizada, por isso ganhei a alcunha de ser d'outro mundo por um colega de trabalho que ainda completou "você não é nem mulher". Pois bem, eu sou um ser que não é mulher e que não é deste planeta. O problema é que existo.

Mas até eu consegui me assustar comigo mesma ontem de madrugada quando me preparava para me entregar aos braços de Morpheus . Fui pegar o meu lençol que estava estrategicamente no chão. [Meu quarto, obviamente é o lugar mais pitoresco da casa, haja vista os escritos do primeiro parágrafo].



Além do lençol, uma mochila que havia caído mais cedo, uns pés de calçados avulsos e um par de brincos, eis que eu vejo um objeto que distoava daqueles já familiares ao chão-debaixo-da-minha-cama. O que seria aquilo? Era de um metal, tinha 4 pontas. Oxi! Era um garfo! Um garfo embaixo da minha cama. Foi assutador até pra mim. Acho que cheguei ao fundo do poço da bagunça e isso me fez repensar minhas atitudes. Ao menos me abri para uma mudança emergencial.

Pensei logo: "Quando eu acordar, vou arrumar meu quarto, a zona do guarda-roupa, lavar umas meias, umas calcinhas, lavar os pratos assim que terminar de almoçar(o resto da gororoba vide "Romantismo Piolhento"); ser uma nova quase-mulher!"

Pois bem. Já passou das uma hora da madrugada. O domingo correu normal com Fautões, Fantásticos e BBB's... eu olho pra cama que está do jeito que a deixei quando levantei, as roupas querem sair pelas frestas do guardarroupas, os pratos do almoço minha mãe se dignou a lavar- ela chega quase meia-noite do trabalho-

[e tenho medo de olhar para debaixo da cama...]

Tem gente que não muda. Seres d'outro mundo também não...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Romantismo Piolhento


Hoje é sábado e posso dizer que o dia foi daqueles bem empolgantes. Me levantei quase às 13 horas e só deixei de nerdiar quando a barriga doía pedindo alimento. Ruim é essa minha pouca habilidade para as alquimias da cozinha, pior ainda é a minha aversão às panelas. Mas não havia jeito, tinha que me aventurar a preparar aquilo a que chamo carinhosamente gororoba comível, que consiste num prato emergencial, geralmente composto por massa e alguma proteína frita. Prático pois me falta paciência para temperos. Amo comer e odeio cozinhar. Esta equação não fecha.

Briguei com as panelas e as fritadas, salguei o macarrão e quase queimei a carne. Comível. Minha fome agradece. Já eram quase 20h e estava só com o café da manhã, quer dizer, da tarde.


De volta ao meu Notoso(apelido de meu notebook), recebo ligação daquele número desconhecido. É desconhecido porque ainda não tive determinação de salvá-lo; porém ao atender, sabia de quem se tratava. Era o cara do carnaval. Um outro. O de domingo. Apresentou-se a mim enquanto eu ia solitariamente atrás do trio dos Novos Baianos. Ele ia me falando coisas e fingindo não me cantar. Atitude acertada, pois era dia daqueles em que eu não queria conversa. Ele conseguiu que eu lhe desse meu número e pasmei! Ele liga! Liga todos os dias querendo não atrapalhar...

Hoje ele ligou. Sorte a dele que eu já estava satisfeita. Minha gororoba preenchia o vazio do meu estômago. E ele falava, falava. Vou pôr a culpa no nervosismo, na emoção...ele disse que não me esquecia, que esta pessoinha aqui não lhe saía da cabeça; era como se eu fora um piolho, uma caspa. E repetia. Era um piolho, uma caspa que não saía de sua cabeça.

Posso afirmar sem medo de exagerar que foi a coisa mais estupidamente original que já ouvi de alguém que pretensamente deseja me conquistar. Me comparar a um piolho! Ou melhor(?), à caspa!

Fui simpática e tentei disfarçar o tom algo irônico ao dizer a ele "que legal ser comparada a piolho. Caspa? Massa!"...ele não parecia entender. Devia estar drogado ou possuído. Aproveitou que eu lhe disse estar na Internet e pediu pr'eu o adicionar no Orkut. Sim, prometi pesquisar e, ao encontrar Sicrano de Fulano, o colocar no meu rol de amigos. Coisa que não fiz nem vou fazer.


Penso nele agora exclamando: "Meu Deus! falei merda!"

[Mais absurdo será ele não ter esta consciência...]

É sábado. Passei o dia, a noite e estou entrando pela madrugada sem fazer nada de útil.


Sabe de uma coisa? Piolhos usam mais a cabeça.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ruído na Comunicação



Quando eu ainda suspirava por determinado muso torto, me vinha à mente produzir uma carta. Enviei algumas para ele; outras até respondidas. Não posso dizer que ele era de todo mau, apenas o suficiente para me atrair cada vez mais.

Um dia, decidi fazer diferente. Diante d'uma dor de cotovelo, produzi cartinha à la novela mexicana e a enviei não para o objeto de minhas atenções, mas para seu amigo, contato meu e também protagonista de uma destas minhas lambanças virtuais que em tempo irei expôr por aqui.

Engraçado é que o receptor da mensagem interpretou a cartinha de forma equivocada. Atraiu para si aquelas palavras que eram para o outro e se intimidou. Nunca mais tivemos contato. Havia naquelas palavras pistas de quem eu falava. Havia!

Vou reproduzir aqui a dita:





Vou te contar uma anedota:



Numa noite dessas, onde só as moscas eram capazes de amenizar o tédio, resolvi bisbilhotar interneticamente a vidinha sempre interessante do meu muso torto. E, confesso que sem muitas surpresas, o flagrei cortejando uma moça. Mas ela era tão bonita, tão branca,tão interessante, tão classe média!...que sentimentos poderia eu descrever que senti? Ira, por ser ela o tipo dele? Por ser o tipo dela o tipo dele? Por não ter eu o tipo que é o dele? Por não ser eu o tipo ela tem que é o tipo ele?!... Inveja sempre. Presente. Instantânea... E eram tão originais os galanteios...(o que pouco interessava, na verdade).



INVEJA...


Ser tão bonita quanto ela: sim, possivelmente;

Ser algo branca: não necessariamente;

Ser interessante: nunca é demais;

Ser tão classe média: sim, definitivamente!



Mais que isso! Ser o tipo-eu o alvo dos galanteios originais.( e nem precisavam ser!)


Necessário me vingar, obviamente.


VINGANÇA...

A peleja foi dura, não obstante, encontrei a melhor saída: entrei no primeiro fast food que encontrei e dá-lhe gordura hidrolizada, saturada, e toda a sorte de carboidratos pobres. Pra descer, 300 ml de 'Coca' quente; depois ia bem um cigarro barato, regado a duas latinhas e meia de 'Bavária' semifria com algumas porções melocômicodramáticas de autoestima em queda livre.

O gosto de tudo era vazio. Hora de começar tud'outravez.


Uma meta existe para ser um alvo
Mas quando o poeta diz: "Meta"
Pode estar querendo dizer o inatingível



Em casa, o Sabino me aguardava na cabeceira com o seu Menino no Espelho a me distrair, enquanto eu ia enterrando aquele garoto piniquento que espeta sem querer, mas nunca dói.


[À parte aos oportunos exageros, ela decidiu-se em fim!]

P.S.: Mas nem tudo são espinhos, hoje soube que passei no vestibular(...)

É proibido pecar no Carnaval






Fui surpreendida por um beijo roubado. Era Sábado. Era carnaval. Éramos jovens. Éramos solteiros. No entanto, éramos proibidos um para o outro. Ele era amor platônico de uma amiga. Ela sofria calada por ele e me confessava cada suspiro não correspondido...ele era proibidão.

E quem me rouba um beijo no meio da Avenida entre cervejas, músicas, gentes, alegrias, confusões? Ele, o carinha com nome de artista. O proibido, o maldito, o intocável!

E por não ter conseguido resistir aos impulsos de segundos, condenei a mim e a minha amizade.

O beijo ficou lá naquela avenida.

O ladrão, por aí, impune.

... e eu, presa por culpas e pecados...

Ausentemente Presente





Ele está aqui. Sei que está. E não consigo não querer lhe falar. Isso é terrível. O que nos separa: dois toques na janelinha do MSN. Ele se defende de mim e d'outras indesejáveis criaturas se colocando mentirosamente ausente. Da mesma forma que faço pra ignorar os meus.

É engraçado esta consciência que tenho. Sim, sou ignorada; sim, sou esnobada; sim, eu sei. Eu sei. Isso é o pior. Ninguém me engana e há uma obsessão doida que me toma...talvez aquele sentimento de querer virar o jogo. Mostrar pr'ele que posso surpreendê-lo que posso atraí-lo que posso ganhá-lo que posso possuí-lo...sim, isso eu queria tanto. Tanto! uma obsessão que me toma e diz que me contentaria em experimentá-lo apenas uma vezinha só...será? Não posso garantir...mas sei que jamais me arrependeria de tê-lo por um momento. [Por ínfimo espaço de tempo que fosse].

A cada dia vou descobrindo as formas mais inusitadas de lhe chamar alguma atenção. É patético e patética são as estratégias. Enquanto isso ele foge achando-me louca e inconveniente...

Hoje não o visitei em sua página. Não sei o que ele fala e nem me dignei a ver aquelas meninas tão diferentes de mim a quem ele costuma dirigir seus galanteios, nem quis acompanhar as conversas animadas com seus amigos, nem aquele link maneiro que eles trocam, nem quis saber de seus planos e ainda abandonei ideia louca de tentar ouvir sua voz...

Uma cura está se aproximando. Mas ele está ali, do outro lado da tela "ausentemente" presente. Não quer conversar comigo e é comigo só. E não me bloqueia e não me exclui totalmente...enquanto eu vou deletando as minhas esperanças...