quarta-feira, 28 de abril de 2010
Se os pensamentos pudessem ser fotografados...
Estou em débito com meu demôniozín. Há tempos quero escrever, mas minha mente está congestionada de baixezas. Só penso em putaria. E só quero falar sobre.
O finde foi daquele jeito! Com paradas para ações pseudolibidinosas. Tá, usei de algum eufimismo aqui, mas nem tanto...hehe
Estou começando lentamente a entrar no ritmo da facul. Provavelmente hoje eu entregue um trabalho no prazo... Devia estar arrematando ele agora, ao invés de atualizar o bloguín, mas o senti tão abandonado!
Já sei qual será o tema da próxima postagem. Sim, a não ser que aconteça algum fato relevante, me debruçarei sobre minhas ações e pensamentos e fantasias - tudo com conotações e denotações sexuais. Sinto, mas tenho que exorcizar tanta libido!
É, vou lá adiantar meu artigo científico ultrassério. Desviar um pouco os neurônios endiabrados pr'outros tipos de assuntos e brochar um pouquinho.
[Inté, diabinho]
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Homer Simpson me entederia
Os deuses não me fazem rica pois isso seria terrível demais.
Pobre, paupérrima já sou assim uma entregue à pura e essencial esbórnia. Ouço sempre o diabinho. Me entrego sem culpas à gula e à preguiça. E hoje até a temida luxúria está perdendo pra mim...eita, uma despudorada quase.
Acabei de degustar uma pizza com coca-cola. Incapaz de fazer algo mais digno para comer e meu paladar se conforma fácil com estas guloseimas...um chocolate agora era tudo. Por mim, a facul ficava lá distante, distante...mas já terei que pôr o caderno embaixo do braço e partir...quanto à luxúria... bem, nada que uma boa imaginação fértil e bons traquejos manuais não resolvam.
Filha imprestável, estudante medíocre, amante frustrada, pseudoatriz e piriguete desengonçada.
É o meu eu por hora...depois mudam as coisas, ou ao menos as ordens.
[inda há uma felicidade por aqui...]
Pobre, paupérrima já sou assim uma entregue à pura e essencial esbórnia. Ouço sempre o diabinho. Me entrego sem culpas à gula e à preguiça. E hoje até a temida luxúria está perdendo pra mim...eita, uma despudorada quase.
Acabei de degustar uma pizza com coca-cola. Incapaz de fazer algo mais digno para comer e meu paladar se conforma fácil com estas guloseimas...um chocolate agora era tudo. Por mim, a facul ficava lá distante, distante...mas já terei que pôr o caderno embaixo do braço e partir...quanto à luxúria... bem, nada que uma boa imaginação fértil e bons traquejos manuais não resolvam.
Filha imprestável, estudante medíocre, amante frustrada, pseudoatriz e piriguete desengonçada.
É o meu eu por hora...depois mudam as coisas, ou ao menos as ordens.
[inda há uma felicidade por aqui...]
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Re-play-ing
Esquizofrenia. Esta era uma palavra muito usada por Simone du Beauvoir, num seu livro de memórias. E ela se referia a si mesma como esquizofrênica sempre que punha uma ideia de sair, de explorar os lugares e não havia nada que a destituísse de fazer o que ela determinou. E ia. Quase sempre só...
Tô numa onda dessa. Esquizofrenia pura.
Pus na cabeça que tinha que sair ontem e tinha de ser virote. Havia adivinhado já que mami iria tentar me convencer a não ir, pois o mundo está perdido. Não dei ouvidos como uma boa filha desobediente. E sob suas preocupações, dei tchauzinho e me fui rumo à facul.
Um esquenta bom. Roda de violão que rolava de tudo, desde Caetano, Djavan, passando por Lady Gaga e Psirico. A noite prometia.
Prometia e não cumpria. As pessoas foram desanimando e eu ficando puta por não mais convencer ninguém a sair por aí. Pra onde? Isso nunca foi importante. Necessário cerveja, galera, papos idotas, danças...gentes.
Era tarde já, mas inda tinha uma turminha d'outro curso reunido n'outro bairro. Liguei. Fui.
Paguei de pretty woman na frente d'um restaurante enquanto esperava os meninos me pegarem e tive que aguentar olhares e convites desagradáveis. Porra, naquela esquina eu era puta. Felizmente eles nem demoraram assim e me salvaram.
E lá no local do encontro o desânimo dos coleguinhas descortinava um inferno astral. Desistir, jamais. De bar em bar, forró, cerveja. Tudo como manda o figurino. Algumas pessoas flertavam, mas a noite não tava para isso, apesar d'alguns garotos serem bem interessantes.
Acabei no apê d'uma garota que eu lá conheci. Um teto pra descansar. E na manhã seguinte - quase meio-dia - descobri que tanto eu quanto a outra convidada tínhamos que sair escondidas da casa da anfitriã pois o avô não podia saber que ela levou gente pra casa. Foi engraçado.
Uma paradinha no supermercado pr'uma coca-cola. Ressaca. Enjôo: Os ônus de uma noitada. Devolvi os os excessos da noite no banheiro do mercado ainda. Alívio. Chove pra caralho lá fora. Nostagia pura dentro do buzú. Viagem longa, longa.
No banco de trás um homem passava uma cantada bem original numa bela moça que eu não vi. Ficava entre a conversa deles e minhas viagens. Nesta hora preferia mais fantasiar situações que lembrar...
Casa. Casa. Cheguei.
[E nem meti um dedinho na jaca]
terça-feira, 20 de abril de 2010
Dois pés e uma Jaca
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Faculdade, lá vou eu.
Amanhã é feriado e isso só quer dizer uma coisa: destino incerto depois das aulas...
Não farei expectativas nem tentativas de vãs promessas para não extrapolar os limites.
[salvarei alguma razão e ... se for pra meter o pé na jaca, que sejam dois!]
Se chorar ou se sorrir...se chorar e sorrir...emoções vividas amanhã por aqui.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Artigo de luxo: equilíbrio
Estou bem no meio da tentativa de escrever um artigo para entregar amanhã. Há pelo menos umas 5 horas que estou tentando ler 7 páginas de um texto que serve como base para a produção do tal trabalho para a facul. E ainda há outras fontes mais que devo beber...e havia tempo pr'eu fazer isso, lógico. Mas outros universos me atraíram mais, sobretudo as farras.
Não será nenhuma novidade se eu disser que saí de casa na sexta- feira por volta das 17h rumo à faculdade e só hoje, domingo, às 7h da manhã, é que voltei. Entre uma coisa e outra, muita farra, muita cerva, muitas resenhas, beijocas n'uns e n'outros, mais ineditismos liberais, mais sabores das gentes, mais descobertas, mais aventurices!Alguma perda de controle. [E uma lembrança d'um certo rapaz num momento inconveniente. A palavra me vinha à boca. Três sílabas. Um hiato.Proferi seu nome sem o som- ao menos].
Desequilibrada sempre fui. Sempre soube.
Exagerada. Sim.
Mas estou esperando acordar pr'algum equilíbrio agora, pois as coisas estão muito desniveladas.
Hora de trabalhar!
Não será nenhuma novidade se eu disser que saí de casa na sexta- feira por volta das 17h rumo à faculdade e só hoje, domingo, às 7h da manhã, é que voltei. Entre uma coisa e outra, muita farra, muita cerva, muitas resenhas, beijocas n'uns e n'outros, mais ineditismos liberais, mais sabores das gentes, mais descobertas, mais aventurices!Alguma perda de controle. [E uma lembrança d'um certo rapaz num momento inconveniente. A palavra me vinha à boca. Três sílabas. Um hiato.Proferi seu nome sem o som- ao menos].
Desequilibrada sempre fui. Sempre soube.
Exagerada. Sim.
Mas estou esperando acordar pr'algum equilíbrio agora, pois as coisas estão muito desniveladas.
E gostosas. E fascinantes. E surpreendentes.
Preciso voltar para o maldito artigo que nem sei por onde começar. É pr'amanhã e vai demorar, vai demorar...A madrugada será pequena.
Hora de trabalhar!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Porta dos Prazeres
Ganhei uma porta.
Há anos convivi com uma cortina que garantia a minha privacidade.
Hoje, uma porta no meu quarto foi instalada. Isso me garantirá duas coisinhas básicas: distância dos cachorros da minha cama e maior liberdade pr'eu poder desfrutar das delícias da diversão solitária sem a apreensão do perigo iminente de um flagrante. Se bem que este medinho até dá mais excitação...
Mas hoje eu tenho uma porta. Tenho escolhas. Tenho mais liberdade.
Inclusive posso deixá-la aberta. Para cachorros subirem na cama; pr'eu me divertir sob perigos constantes.
Uma chuva. Um dilúvio abalou a cidade estes dias. Impossível não pensar em safadezas. Impossível não desejar uma costelinha... impossível não ter lembranças. [Aquelas].
É hora de dormir. Expulsar o cão que ressona. Fechar a porta do meu quarto pela primeira vez.
Hoje a imaginação está turbinada!
Há anos convivi com uma cortina que garantia a minha privacidade.
Hoje, uma porta no meu quarto foi instalada. Isso me garantirá duas coisinhas básicas: distância dos cachorros da minha cama e maior liberdade pr'eu poder desfrutar das delícias da diversão solitária sem a apreensão do perigo iminente de um flagrante. Se bem que este medinho até dá mais excitação...
Mas hoje eu tenho uma porta. Tenho escolhas. Tenho mais liberdade.
Inclusive posso deixá-la aberta. Para cachorros subirem na cama; pr'eu me divertir sob perigos constantes.
Uma chuva. Um dilúvio abalou a cidade estes dias. Impossível não pensar em safadezas. Impossível não desejar uma costelinha... impossível não ter lembranças. [Aquelas].
É hora de dormir. Expulsar o cão que ressona. Fechar a porta do meu quarto pela primeira vez.
Hoje a imaginação está turbinada!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Aula, Animações, Sonhos e Yemanjá
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Rapaz, foi bem bacana. Foi sim. [Um certo papinho que tive há pouco...]
Poucas tensões.
Euforia comedida.
Hiperbolismos sob controle. Quase mágico.
Nasce uma amizade agora.
Única possibilidade.
Gostosa possibilidade.
Fase outra.
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