quarta-feira, 28 de abril de 2010
Se os pensamentos pudessem ser fotografados...
Estou em débito com meu demôniozín. Há tempos quero escrever, mas minha mente está congestionada de baixezas. Só penso em putaria. E só quero falar sobre.
O finde foi daquele jeito! Com paradas para ações pseudolibidinosas. Tá, usei de algum eufimismo aqui, mas nem tanto...hehe
Estou começando lentamente a entrar no ritmo da facul. Provavelmente hoje eu entregue um trabalho no prazo... Devia estar arrematando ele agora, ao invés de atualizar o bloguín, mas o senti tão abandonado!
Já sei qual será o tema da próxima postagem. Sim, a não ser que aconteça algum fato relevante, me debruçarei sobre minhas ações e pensamentos e fantasias - tudo com conotações e denotações sexuais. Sinto, mas tenho que exorcizar tanta libido!
É, vou lá adiantar meu artigo científico ultrassério. Desviar um pouco os neurônios endiabrados pr'outros tipos de assuntos e brochar um pouquinho.
[Inté, diabinho]
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Homer Simpson me entederia
Os deuses não me fazem rica pois isso seria terrível demais.
Pobre, paupérrima já sou assim uma entregue à pura e essencial esbórnia. Ouço sempre o diabinho. Me entrego sem culpas à gula e à preguiça. E hoje até a temida luxúria está perdendo pra mim...eita, uma despudorada quase.
Acabei de degustar uma pizza com coca-cola. Incapaz de fazer algo mais digno para comer e meu paladar se conforma fácil com estas guloseimas...um chocolate agora era tudo. Por mim, a facul ficava lá distante, distante...mas já terei que pôr o caderno embaixo do braço e partir...quanto à luxúria... bem, nada que uma boa imaginação fértil e bons traquejos manuais não resolvam.
Filha imprestável, estudante medíocre, amante frustrada, pseudoatriz e piriguete desengonçada.
É o meu eu por hora...depois mudam as coisas, ou ao menos as ordens.
[inda há uma felicidade por aqui...]
Pobre, paupérrima já sou assim uma entregue à pura e essencial esbórnia. Ouço sempre o diabinho. Me entrego sem culpas à gula e à preguiça. E hoje até a temida luxúria está perdendo pra mim...eita, uma despudorada quase.
Acabei de degustar uma pizza com coca-cola. Incapaz de fazer algo mais digno para comer e meu paladar se conforma fácil com estas guloseimas...um chocolate agora era tudo. Por mim, a facul ficava lá distante, distante...mas já terei que pôr o caderno embaixo do braço e partir...quanto à luxúria... bem, nada que uma boa imaginação fértil e bons traquejos manuais não resolvam.
Filha imprestável, estudante medíocre, amante frustrada, pseudoatriz e piriguete desengonçada.
É o meu eu por hora...depois mudam as coisas, ou ao menos as ordens.
[inda há uma felicidade por aqui...]
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Re-play-ing
Esquizofrenia. Esta era uma palavra muito usada por Simone du Beauvoir, num seu livro de memórias. E ela se referia a si mesma como esquizofrênica sempre que punha uma ideia de sair, de explorar os lugares e não havia nada que a destituísse de fazer o que ela determinou. E ia. Quase sempre só...
Tô numa onda dessa. Esquizofrenia pura.
Pus na cabeça que tinha que sair ontem e tinha de ser virote. Havia adivinhado já que mami iria tentar me convencer a não ir, pois o mundo está perdido. Não dei ouvidos como uma boa filha desobediente. E sob suas preocupações, dei tchauzinho e me fui rumo à facul.
Um esquenta bom. Roda de violão que rolava de tudo, desde Caetano, Djavan, passando por Lady Gaga e Psirico. A noite prometia.
Prometia e não cumpria. As pessoas foram desanimando e eu ficando puta por não mais convencer ninguém a sair por aí. Pra onde? Isso nunca foi importante. Necessário cerveja, galera, papos idotas, danças...gentes.
Era tarde já, mas inda tinha uma turminha d'outro curso reunido n'outro bairro. Liguei. Fui.
Paguei de pretty woman na frente d'um restaurante enquanto esperava os meninos me pegarem e tive que aguentar olhares e convites desagradáveis. Porra, naquela esquina eu era puta. Felizmente eles nem demoraram assim e me salvaram.
E lá no local do encontro o desânimo dos coleguinhas descortinava um inferno astral. Desistir, jamais. De bar em bar, forró, cerveja. Tudo como manda o figurino. Algumas pessoas flertavam, mas a noite não tava para isso, apesar d'alguns garotos serem bem interessantes.
Acabei no apê d'uma garota que eu lá conheci. Um teto pra descansar. E na manhã seguinte - quase meio-dia - descobri que tanto eu quanto a outra convidada tínhamos que sair escondidas da casa da anfitriã pois o avô não podia saber que ela levou gente pra casa. Foi engraçado.
Uma paradinha no supermercado pr'uma coca-cola. Ressaca. Enjôo: Os ônus de uma noitada. Devolvi os os excessos da noite no banheiro do mercado ainda. Alívio. Chove pra caralho lá fora. Nostagia pura dentro do buzú. Viagem longa, longa.
No banco de trás um homem passava uma cantada bem original numa bela moça que eu não vi. Ficava entre a conversa deles e minhas viagens. Nesta hora preferia mais fantasiar situações que lembrar...
Casa. Casa. Cheguei.
[E nem meti um dedinho na jaca]
terça-feira, 20 de abril de 2010
Dois pés e uma Jaca
.
Faculdade, lá vou eu.
Amanhã é feriado e isso só quer dizer uma coisa: destino incerto depois das aulas...
Não farei expectativas nem tentativas de vãs promessas para não extrapolar os limites.
[salvarei alguma razão e ... se for pra meter o pé na jaca, que sejam dois!]
Se chorar ou se sorrir...se chorar e sorrir...emoções vividas amanhã por aqui.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Artigo de luxo: equilíbrio
Estou bem no meio da tentativa de escrever um artigo para entregar amanhã. Há pelo menos umas 5 horas que estou tentando ler 7 páginas de um texto que serve como base para a produção do tal trabalho para a facul. E ainda há outras fontes mais que devo beber...e havia tempo pr'eu fazer isso, lógico. Mas outros universos me atraíram mais, sobretudo as farras.
Não será nenhuma novidade se eu disser que saí de casa na sexta- feira por volta das 17h rumo à faculdade e só hoje, domingo, às 7h da manhã, é que voltei. Entre uma coisa e outra, muita farra, muita cerva, muitas resenhas, beijocas n'uns e n'outros, mais ineditismos liberais, mais sabores das gentes, mais descobertas, mais aventurices!Alguma perda de controle. [E uma lembrança d'um certo rapaz num momento inconveniente. A palavra me vinha à boca. Três sílabas. Um hiato.Proferi seu nome sem o som- ao menos].
Desequilibrada sempre fui. Sempre soube.
Exagerada. Sim.
Mas estou esperando acordar pr'algum equilíbrio agora, pois as coisas estão muito desniveladas.
Hora de trabalhar!
Não será nenhuma novidade se eu disser que saí de casa na sexta- feira por volta das 17h rumo à faculdade e só hoje, domingo, às 7h da manhã, é que voltei. Entre uma coisa e outra, muita farra, muita cerva, muitas resenhas, beijocas n'uns e n'outros, mais ineditismos liberais, mais sabores das gentes, mais descobertas, mais aventurices!Alguma perda de controle. [E uma lembrança d'um certo rapaz num momento inconveniente. A palavra me vinha à boca. Três sílabas. Um hiato.Proferi seu nome sem o som- ao menos].
Desequilibrada sempre fui. Sempre soube.
Exagerada. Sim.
Mas estou esperando acordar pr'algum equilíbrio agora, pois as coisas estão muito desniveladas.
E gostosas. E fascinantes. E surpreendentes.
Preciso voltar para o maldito artigo que nem sei por onde começar. É pr'amanhã e vai demorar, vai demorar...A madrugada será pequena.
Hora de trabalhar!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Porta dos Prazeres
Ganhei uma porta.
Há anos convivi com uma cortina que garantia a minha privacidade.
Hoje, uma porta no meu quarto foi instalada. Isso me garantirá duas coisinhas básicas: distância dos cachorros da minha cama e maior liberdade pr'eu poder desfrutar das delícias da diversão solitária sem a apreensão do perigo iminente de um flagrante. Se bem que este medinho até dá mais excitação...
Mas hoje eu tenho uma porta. Tenho escolhas. Tenho mais liberdade.
Inclusive posso deixá-la aberta. Para cachorros subirem na cama; pr'eu me divertir sob perigos constantes.
Uma chuva. Um dilúvio abalou a cidade estes dias. Impossível não pensar em safadezas. Impossível não desejar uma costelinha... impossível não ter lembranças. [Aquelas].
É hora de dormir. Expulsar o cão que ressona. Fechar a porta do meu quarto pela primeira vez.
Hoje a imaginação está turbinada!
Há anos convivi com uma cortina que garantia a minha privacidade.
Hoje, uma porta no meu quarto foi instalada. Isso me garantirá duas coisinhas básicas: distância dos cachorros da minha cama e maior liberdade pr'eu poder desfrutar das delícias da diversão solitária sem a apreensão do perigo iminente de um flagrante. Se bem que este medinho até dá mais excitação...
Mas hoje eu tenho uma porta. Tenho escolhas. Tenho mais liberdade.
Inclusive posso deixá-la aberta. Para cachorros subirem na cama; pr'eu me divertir sob perigos constantes.
Uma chuva. Um dilúvio abalou a cidade estes dias. Impossível não pensar em safadezas. Impossível não desejar uma costelinha... impossível não ter lembranças. [Aquelas].
É hora de dormir. Expulsar o cão que ressona. Fechar a porta do meu quarto pela primeira vez.
Hoje a imaginação está turbinada!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Aula, Animações, Sonhos e Yemanjá
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Rapaz, foi bem bacana. Foi sim. [Um certo papinho que tive há pouco...]
Poucas tensões.
Euforia comedida.
Hiperbolismos sob controle. Quase mágico.
Nasce uma amizade agora.
Única possibilidade.
Gostosa possibilidade.
Fase outra.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Voar, voar...subir, subir...

Confesso e sempre confesso.
Por mim, desta cama que eu estou a digitar estas péssimas linhas não levantava mesmo. Pior é que chove. E o feladamãe a quem dei a alcunha de "chefe" deseja que estejamos lá no famigerado P.A. às 13h para que possamos olhar pr'aquela cara de derrotado. Preferia muito ficar em casa...mas talvez levar as apostilas e ficar longe do Notoso seja até uma opção para os estudos...vício desgraçado esse!
Poiszé. Terei que me preparar pro segundo round. A manhã foi inativa, e ótima por isso mesmo. papos muitos com colegas e até uma maçãzinha de uma figura amiga que nos abrigou da chuvinha matutina...
Vontade de me mandar por aí, meus deuses!!!! Sem saco pr'esta vidinha mais-ou-menos. Tem dia que enche. Vontade de emoções, novidades, intensidade, insanidade, experimentações...
[óia ela que não se conforma querendo levar rasteira]
/Sem Medo...
domingo, 11 de abril de 2010
Preguicite Aguda Progressiva

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Meu finde emocionante começou na sexta depois da aula e terminou no sábado por volta das 7h da manhã. Depois disso, me internei em casa. Abatida por uma preguicite aguda e progressiva. Acho que é a idade chegando, haja vista que eu tinha programas pro sábado e pr'o domingo. Preferi dormir e vegetar e comer...
Sexta-feira: Saio de casa com aquela ideia fixa de ir ao show do Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta. Era obsessão. Mas tive que mudar de destino. Quem me disse que ia, desistiu. Não havia mais alma que me acompanhasse e eu não tinha uma opção pra depois do show que ia acabar tarde... merde!
Fazer o quê? Colo na galera da facul e vamos pro Red River (Rio Vermelho). Adoro este bairro. É pura boemia e os bares não fecham às 1h da manhã. Perfeito. Ficamos por lá bebendo e resenhando até umas 4h...depois tocamos para o Centro, amanhecendo o dia numa bodega pé-sujo.
Tive apenas que me esquivar educadamente das investidas de dois coleguinhas, mas a noite foi agradável, apesar d'eu estar estranhamente fraca pra bebida, com um sono inédito e algum enjôo, mas a teimosia fala sempre mais alto.
Faltou dança. Faltou música.
Perdi o ponto. Tive que andar muitão pra chegar em casa. Desmaiei. Enjôos. Ressaca primeira da vida e olhe que nem bebi o meu potencial. Irmã, cunhado,namorado de mami, cachorros: niver de mami. Mas fiquei mesmo na cama.
Havia festa à noite. Havia teatro pela manhã de domingo.
Não, preferi boiar. Preguiça demais.
Preciso estudar. Dai-me coragem, meus deuses! e esta chuvinha? Eita friozinho... e o flerte rola solto pelo MSN. É frio o contato, mas são sementes...
Falei com uma amiga que mora na Espanha agora há pouco. Às vezes me irrito com a bunita. Somos diferentes demais. Mas gosto da mesma. Sinto saudades. E a bicha é bom exemplo de alguém que corre atrás de um sonho e o concretiza. Muitos pontos pr'ela neste aspecto.
[Também pretendo um dia canalizar estas obsessões e teimosias e impulsos para realizar].
Ilustração Flickr: Emanuel Augusto
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Sem tempo para morrer

Tenho a impressão que vivo sempre o último dia. Talvez não com a intensidade que chega ao limite, mas bem perto. Pertinho...
Hoje depois da primeira aula que foi no campus de sempre, houve a segunda que foi num ambiente alternativo: Reitoria. A aula era de Apreciação Musical Ativa e o professor se apresentava divinamente neste espaço. O cidadão toca demais. E que ouvido musical eu tenho?! NENHUM. Mas fui capaz de ter minha atenção apreendida por boa parte do concerto. Coisa rara, pois o meu normal é divagar, sobretudo em se tratando de música instrumental. Um professor e um violão. E havia Caymmi. Deuses! Delicioso...
Estava acompanhada por 4 coleguinhas, um deles um charme - Não só pra mim, pois até uma coleguinha que prefere meninas ficou atraída pelo bofinho.
Uma cidadã louca, um cidadão louco e eu. Trio perfeito para esticar a noite para depois da aula prática. Toca pr'onde? Pelô! Mas antes, uma tentativa de golpe no buzú. Espetáculo à parte. A garota e o garoto queriam economizar na passagem e acabaram sendo protagonistas de uma cena cômica. Ela queria enrolar o cobrador perguntando se aceitava Metropasse. Pior é que aceitava! E ela tinha? Lógico que não. A ideia era "traseirar". O motorista questionou o que ocorria lá atrás e eu ria muito demais.
Ao passar finalmente e a contagosto na catraca, ela ainda soltou: esqueci o meu cartão do metropasse em casa e o cobrador afim e dar o golpe de misericórdia nas armações: o metropasse é de papel, não é cartão. E ríamos desesperadamente. E debochávamos da coitada que promoveu a tentativa frustrada de não ficar R$2,30 mais pobre. Melhor ensaiar melhor de uma próxima.
No Pelourinho o show prometido havia sido adiado. Mas pra quem está na pegada da alegria, pelanca é filé. Entramos numa daquelas praças e dançamos ao som que tocava. Depois nos despedimos dele, e fomos em busca do nosso destino pra casa, enfim...sempre a última opção.
Aventuras. Aventurinhas.
Não dá pra perder um minuto sequer. Mas não vou morrer amanhã. Definitivamente.
O único livro que escrevi foi na 7ª série- coisa tosca e melodramáticamente previsível. Tinha 14 anos, oras; não plantei uma árvore e pior! Não tive um filho. O tempo do meu fim está longe, longe...os deuses todos sabem disso.
[Pela manhã meus colegas de trampo e eu resolvemos visitar nossa coleguinha recém-parida. estou apaixonada pelo filhotinho dela que veio ao mundo há três dias. Lindo!]
Dormir?...melhor!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Boe*mia

Sou movida por impulsos.
Tantos.
Força instintiva quase animalesca.
Fui pra faculdade. Um convite para depois da única aula do dia. Pouca resistência. Aliás...nenhuma resistência: toca pro Pelô. Nas escadarias de Gerônimo aquelas lembranças todas do verão recente. Caras desconhecidas. Naquele cantinho especial, mais anônimos. Mais um pouquinho e encontra-se um cidadão personagem de um passado divertido. Ele estava com uma de suas namoradas e a brincadeira ficou boa, pois eu estava com duas colegas, meninas livres, absolutamente seguras com a sua sexualidade...invejável as duas irmãs. Ele também sentiu o cheiro daquelas criaturas sensuais e veio ao nosso encontro deixando a sua dama, causando mal-estar naquela sua companheira pela metade. E rimos. Boas provocações. Mulheres!... pra ser um pouquinho mais maléfica não deixei que ele se fosse sem que eu desse meu parecer acerca da beleza da namorada: é feia.
Outras praças nos aguardavam e eu nem tinha certeza se queria mesmo estar lá. Parece que esta coisa boemia me leva quase no automático. Demorei pra entrar no clima daquele show de axé que ocorria na praça que carrega o nome de uma heroína de Jorge Amado. Mas comecei a curtir. Já era quase final. A coisa estava boa. Um gurizinho dançava tão inocentemente sensual no palco. Delícia. E nem tinha 10 anos de idade, certamente...
Aparecem mais carinhas conhecidas e outras que se fizeram ser conhecidas: Amigos de amigos. Mas aquele rapazinho que chegou depois! Puxa! Ele exala sensualidade, cheiro de puro sexo. Houve uns beijinhos naquele março explosivo, mas agora o gajo tem namorada que eu conheci no último reggae -apesar de suas indiretas diretíssimas...-melhor evitar aquela tentaçãozinha. Bem inha mesmo. Tá! uma beijoca rapidinha só pra não ficar na vontade. Rápida tão que nem mereceria registro.
Pra terminar, na volta pra casa uma cena tristonha. Todo o buzú se comove com um cavalo que notadamente acabava de ser atropelado. Senti pena deveras. Havia sangue e o bicho lutou pra ficar de pé. Não sei mais qual o seu destino, pois passamos e ele continuou lá atordoado, assustado, sangrando no meio da rua. Como vingança os seus atropeladores ficaram com o carro em lástimas. Ninguém teve pena...
Felizmente o MSN não entra me obrigando a cair mais cedo nos braços de Morpheus.
[Estudar?]
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Desachocolatado
.
O sábado começou trazendo dores e alívios: não foi desta vez. A imprudência última, única, primeira não deixou maiores consequências e eu nem estava realmente preocupada mesmo se houvesse por que me preocupar...mas passou, passou.
Ainda em dúvidas se ficaria ou não em casa, curtia as inutilidades da Internet até que um coleguinha da facul me convoca para ir ao MAM. Boa ideia, em meia hora estava no ponto de ônibus.
Apesar de nem me parecer com alguém com nóias, desconfiei de um cidadão que entrara no buzú comigo. Pressentimentos maus. Longe, longe d'eu ser psicopata ou desconfiada, mas desta vez tive que saltar num ponto outro, mais longe que o verdadeiro, tudo por causa do mal- encarado que me olhava de forma amedrontadora.
Mas o caminho escolhido não foi menos perigoso, porém me senti melhor passando ao lado dos drogados e marginalizados da Contorno que encarar o cidadão pretenso mal-feitor...
Entre tropeços e solavancos, cheguei ao meu destino. O MAM estava meio vazio dada a ameaça de chuva que espanta os cidadãos desta terra das ruas. Mas encontrei lá colegas marcados e principalmente os não-marcados. Alguma dúvida de que minha noite terminou com este último grupo?
Do MAM, um barzinho, uma boite, muita dança dança dança...casa do amigo da amiga. Violão, conversas, fofocas...amanhece e um cochilinho de 3 horas. Casa!
O domingo prometia mais festa. Pergunte pra preguiça se ela deixou. Precisava d'um estímulo externo que dormia naquela hora.
Mais net, mais inutilidades, mais passadas nos perfis d'uns e d'outras. Uma descoberta engraçadinha. O perfil de uma mãe; um depoimento de um filho por demais espirituoso e nas entrelinhas daquelas palavras dele pr'ela, descortinava-se um rapaz tão carinhoso, meigo. Mas nunca tive dúvidas...
Tentei estudar. Sempre tento.
Agora me lembrei que amanhã tem trampo. Péssima hora para esta lembrança...melhor buscar algum sono de lá de dentro e procurar esquecer...esquecer os pensamentos de sempre. Mudar as personagens.
[Domingo de Páscoa e nenhum chocolate. Nenhum bombom. Nesta hora o falecido faz falta. Háháhá...]
O sábado começou trazendo dores e alívios: não foi desta vez. A imprudência última, única, primeira não deixou maiores consequências e eu nem estava realmente preocupada mesmo se houvesse por que me preocupar...mas passou, passou.
Ainda em dúvidas se ficaria ou não em casa, curtia as inutilidades da Internet até que um coleguinha da facul me convoca para ir ao MAM. Boa ideia, em meia hora estava no ponto de ônibus.
Apesar de nem me parecer com alguém com nóias, desconfiei de um cidadão que entrara no buzú comigo. Pressentimentos maus. Longe, longe d'eu ser psicopata ou desconfiada, mas desta vez tive que saltar num ponto outro, mais longe que o verdadeiro, tudo por causa do mal- encarado que me olhava de forma amedrontadora.
Mas o caminho escolhido não foi menos perigoso, porém me senti melhor passando ao lado dos drogados e marginalizados da Contorno que encarar o cidadão pretenso mal-feitor...
Entre tropeços e solavancos, cheguei ao meu destino. O MAM estava meio vazio dada a ameaça de chuva que espanta os cidadãos desta terra das ruas. Mas encontrei lá colegas marcados e principalmente os não-marcados. Alguma dúvida de que minha noite terminou com este último grupo?
Do MAM, um barzinho, uma boite, muita dança dança dança...casa do amigo da amiga. Violão, conversas, fofocas...amanhece e um cochilinho de 3 horas. Casa!
O domingo prometia mais festa. Pergunte pra preguiça se ela deixou. Precisava d'um estímulo externo que dormia naquela hora.
Mais net, mais inutilidades, mais passadas nos perfis d'uns e d'outras. Uma descoberta engraçadinha. O perfil de uma mãe; um depoimento de um filho por demais espirituoso e nas entrelinhas daquelas palavras dele pr'ela, descortinava-se um rapaz tão carinhoso, meigo. Mas nunca tive dúvidas...
Tentei estudar. Sempre tento.
Agora me lembrei que amanhã tem trampo. Péssima hora para esta lembrança...melhor buscar algum sono de lá de dentro e procurar esquecer...esquecer os pensamentos de sempre. Mudar as personagens.
[Domingo de Páscoa e nenhum chocolate. Nenhum bombom. Nesta hora o falecido faz falta. Háháhá...]
sexta-feira, 2 de abril de 2010
ô de casa!
.
Tô aqui tomando parte da vida do alheio. Resolvi ressuscitar um Orkut perdido pra poder entrar nas vidas alheias sem deixar pegadas. O problema é que há gentes chatas demasiadamente e que privam seus não-amigos desta participação: trancam tudo! Fotos, depoimentos e até comunidades! Isso aí acho que é doentio. Obviamente acredito que cada um deve estabelecer o limite de sua privacidade, mas, eu quero é curiar. Fico puta! Acho eles esnobes demais. Que tem demais nestas vidinhas?!...
Consigo sempre garimpar uns álbuns maneiros. Vê a foto deste e daquele. Ângulos. Adivinhar graus de afetividade. Ler os recados-mais difícil. Acompanhar diálogos. Decifrar comunidades. Tem gente interessante nesta terra. E nem estou falando em garotos. Neste momento estou vendo o perfil d'uma cidadã. Temos um amigo em comum pelo menos.Ela é fotógrafa ou curte muito fofografia ou ambos. Belas fotos. Belo texto no perfil...dela parto pr'outra figura. Não chega a ser meu amigo, mas já tivemos algum contato. Ele trancou recados mas dá pra acompanhar o mais importante. Ele largou tudo por um amor! Não é novela. O rapaz vai passar o rèveillon na praia com amigos e volta totalmente apaixonado; a amada já com viagem marcada para fora do Brasil e eles vivem intensamente este sentimento. Ela vai. Ele fica. Mas inconformado, o garoto também faz suas malas e parte: sensacional. Só não sei se ele volta...
Sim, sim. O Orkut me contou tudo isso e uma passadinha nestes blogs da vida completam. Outro rapaz também largou sua terra por um amor, mas sua viagem foi disfarçada por uma perseguição à satisfação acadêmica e profissional, porém na verdade o que pesou foi a saudade da amada. Agora ele está lá pertinho.
Admiro muito estas pessoas. São intensas. Vivem até a última gota.
Estava pensando se faria isso algum dia...depois de minhas últimas descobertas acerca dos meus limites, acho que ir simbora por um amor... capaz!...
[Achei mais um blog de um fulaninho..vou lê-lo].
Tô aqui tomando parte da vida do alheio. Resolvi ressuscitar um Orkut perdido pra poder entrar nas vidas alheias sem deixar pegadas. O problema é que há gentes chatas demasiadamente e que privam seus não-amigos desta participação: trancam tudo! Fotos, depoimentos e até comunidades! Isso aí acho que é doentio. Obviamente acredito que cada um deve estabelecer o limite de sua privacidade, mas, eu quero é curiar. Fico puta! Acho eles esnobes demais. Que tem demais nestas vidinhas?!...
Consigo sempre garimpar uns álbuns maneiros. Vê a foto deste e daquele. Ângulos. Adivinhar graus de afetividade. Ler os recados-mais difícil. Acompanhar diálogos. Decifrar comunidades. Tem gente interessante nesta terra. E nem estou falando em garotos. Neste momento estou vendo o perfil d'uma cidadã. Temos um amigo em comum pelo menos.Ela é fotógrafa ou curte muito fofografia ou ambos. Belas fotos. Belo texto no perfil...dela parto pr'outra figura. Não chega a ser meu amigo, mas já tivemos algum contato. Ele trancou recados mas dá pra acompanhar o mais importante. Ele largou tudo por um amor! Não é novela. O rapaz vai passar o rèveillon na praia com amigos e volta totalmente apaixonado; a amada já com viagem marcada para fora do Brasil e eles vivem intensamente este sentimento. Ela vai. Ele fica. Mas inconformado, o garoto também faz suas malas e parte: sensacional. Só não sei se ele volta...
Sim, sim. O Orkut me contou tudo isso e uma passadinha nestes blogs da vida completam. Outro rapaz também largou sua terra por um amor, mas sua viagem foi disfarçada por uma perseguição à satisfação acadêmica e profissional, porém na verdade o que pesou foi a saudade da amada. Agora ele está lá pertinho.
Admiro muito estas pessoas. São intensas. Vivem até a última gota.
Estava pensando se faria isso algum dia...depois de minhas últimas descobertas acerca dos meus limites, acho que ir simbora por um amor... capaz!...
[Achei mais um blog de um fulaninho..vou lê-lo].
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Errantes na noite certa

Aconteceu o encontro Dionisíaco. Cheguei pontualmente atrasada por uma hora quase.
E por isso foi curto, curto. Mas deu pra entrosar mais com os novos coleguinhas...
O bom mesmo foi o pós Dionísio's Fest: o Saúde's Fest.
Aniversário de uma coleguinha do outro curso e eu nem precisava conhecê-la pra se convidada. Faz parte. Tenho hora e destino quando saio de casa, mas nunca saberei que horas e de que lugar voltarei. E se voltarei.
Fomos para o Jardim de Alah. Galerona. Caras estranhas..algumas faces já d'outros carnavais...
Músicas, danças populares(acordei com dor nas coxas-este negócio de descer até o chão!...), violão e clichês; bebidas, cigarros, papos, risadas, mar, lua...
Antes de amanhencer, o carro entupido levava os selecionados pelo critério da sensatez. As que sobraram por morar longe tão foram a coleguinha nova e eu. Colega duplamente, pois além da facul ainda compartilhamos a mesma cruz no trampo.
E esta parte da madrugada foi intrigante. A garota se embola nas explicações, tem uma conversa filosófica. A bebida piorava a compactação de sua lógica. Mas era divertido ouvi-la. Ela escreve poemas, curte uns baratos e pela primeira vez vi um alucinógeno muito usado nos anos 70, porém ela só mostrou. Era caro e ela não usa assim de graça; tem que haver um motivo especial... não posso dar ainda alguma posição a respeito de seus escritos. Também lhe mostrei alguma coisa que escrevi no caderno e nem vou dizer o que ou quem foi a inspiração, mas não são poemas. Crônicas. Mas posso dizer que são bobagens de sempre.
[A toda hora chegavam os bêbados lá. Neste momento estávamos num posto de gasolina esperando o sol raiar. Os bêbados chegavam de carro com o fim de ficarem mais bêbados e com sorte se acabasseem num poste sem morrer, ou não assassinar os outros que tiverem a infelicidade de estar nos seus caminhos].
Havia uns boyzinhos lá. Também bêbados. Começaram a preparar uma substância em pó...
Enfim o sol raiou. O buzú logo passaria. Os boyzinhos iam na mesma direção e fez convitinho. "Vamos descansar ali".(Motel). No mínimo engraçado. "Tudo pago"...mas não era tentador...
Quase seis da manhã e estávamos a caminho de casa para descansarmos um pouco desta noite toda não planejada, gostosa, e que já passou.
Hora d'outras.
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