segunda-feira, 5 de abril de 2010

Desachocolatado

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O sábado começou trazendo dores e alívios: não foi desta vez. A imprudência última, única, primeira não deixou maiores consequências e eu nem estava realmente preocupada mesmo se houvesse por que me preocupar...mas passou, passou.

Ainda em dúvidas se ficaria ou não em casa, curtia as inutilidades da Internet até que um coleguinha da facul me convoca para ir ao MAM. Boa ideia, em meia hora estava no ponto de ônibus.

Apesar de nem me parecer com alguém com nóias, desconfiei de um cidadão que entrara no buzú comigo. Pressentimentos maus. Longe, longe d'eu ser psicopata ou desconfiada, mas desta vez tive que saltar num ponto outro, mais longe que o verdadeiro, tudo por causa do mal- encarado que me olhava de forma amedrontadora.

Mas o caminho escolhido não foi menos perigoso, porém me senti melhor passando ao lado dos drogados e marginalizados da Contorno que encarar o cidadão pretenso mal-feitor...

Entre tropeços e solavancos, cheguei ao meu destino. O MAM estava meio vazio dada a ameaça de chuva que espanta os cidadãos desta terra das ruas. Mas encontrei lá colegas marcados e principalmente os não-marcados. Alguma dúvida de que minha noite terminou com este último grupo?

Do MAM, um barzinho, uma boite, muita dança dança dança...casa do amigo da amiga. Violão, conversas, fofocas...amanhece e um cochilinho de 3 horas. Casa!

O domingo prometia mais festa. Pergunte pra preguiça se ela deixou. Precisava d'um estímulo externo que dormia naquela hora.

Mais net, mais inutilidades, mais passadas nos perfis d'uns e d'outras. Uma descoberta engraçadinha. O perfil de uma mãe; um depoimento de um filho por demais espirituoso e nas entrelinhas daquelas palavras dele pr'ela, descortinava-se um rapaz tão carinhoso, meigo. Mas nunca tive dúvidas...

Tentei estudar. Sempre tento.

Agora me lembrei que amanhã tem trampo. Péssima hora para esta lembrança...melhor buscar algum sono de lá de dentro e procurar esquecer...esquecer os pensamentos de sempre. Mudar as personagens.



[Domingo de Páscoa e nenhum chocolate. Nenhum bombom. Nesta hora o falecido faz falta. Háháhá...]

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