
Sou movida por impulsos.
Tantos.
Força instintiva quase animalesca.
Fui pra faculdade. Um convite para depois da única aula do dia. Pouca resistência. Aliás...nenhuma resistência: toca pro Pelô. Nas escadarias de Gerônimo aquelas lembranças todas do verão recente. Caras desconhecidas. Naquele cantinho especial, mais anônimos. Mais um pouquinho e encontra-se um cidadão personagem de um passado divertido. Ele estava com uma de suas namoradas e a brincadeira ficou boa, pois eu estava com duas colegas, meninas livres, absolutamente seguras com a sua sexualidade...invejável as duas irmãs. Ele também sentiu o cheiro daquelas criaturas sensuais e veio ao nosso encontro deixando a sua dama, causando mal-estar naquela sua companheira pela metade. E rimos. Boas provocações. Mulheres!... pra ser um pouquinho mais maléfica não deixei que ele se fosse sem que eu desse meu parecer acerca da beleza da namorada: é feia.
Outras praças nos aguardavam e eu nem tinha certeza se queria mesmo estar lá. Parece que esta coisa boemia me leva quase no automático. Demorei pra entrar no clima daquele show de axé que ocorria na praça que carrega o nome de uma heroína de Jorge Amado. Mas comecei a curtir. Já era quase final. A coisa estava boa. Um gurizinho dançava tão inocentemente sensual no palco. Delícia. E nem tinha 10 anos de idade, certamente...
Aparecem mais carinhas conhecidas e outras que se fizeram ser conhecidas: Amigos de amigos. Mas aquele rapazinho que chegou depois! Puxa! Ele exala sensualidade, cheiro de puro sexo. Houve uns beijinhos naquele março explosivo, mas agora o gajo tem namorada que eu conheci no último reggae -apesar de suas indiretas diretíssimas...-melhor evitar aquela tentaçãozinha. Bem inha mesmo. Tá! uma beijoca rapidinha só pra não ficar na vontade. Rápida tão que nem mereceria registro.
Pra terminar, na volta pra casa uma cena tristonha. Todo o buzú se comove com um cavalo que notadamente acabava de ser atropelado. Senti pena deveras. Havia sangue e o bicho lutou pra ficar de pé. Não sei mais qual o seu destino, pois passamos e ele continuou lá atordoado, assustado, sangrando no meio da rua. Como vingança os seus atropeladores ficaram com o carro em lástimas. Ninguém teve pena...
Felizmente o MSN não entra me obrigando a cair mais cedo nos braços de Morpheus.
[Estudar?]
Ciuminho e só!
ResponderExcluirAdorei o texto, de verdade!
Coitado do cavalo...
Beijo!
Não precisa ciúmes. Meu coração é generoso =p
ResponderExcluirJãJãOoO!